Uma refeição macrobiótica é mais cara? 4 segredos para gastar menos e comer bem

Ao fazermos a transição para outro tipo de regime alimentar temos muitas vezes medo de gastar mais dinheiro com a alimentação.

Ouço algumas vezes pessoas dizerem que mesmo que gastem mais na comida depois poupam na farmácia. A segunda parte desta expressão, de que comer bem evite gastos em medicamentos, até pode ser verdade, mas a primeira parte não o é se soubermos escolher os alimentos.

Muitas receitas ditas de “saudáveis”, a maioria das quais associada à alimentação vegetairna/vegan, apelam à utilização de alimentos novos, muitos deles produzidos fora do nosso país, com custos elevados, não só para a nossa carteira, mas também ambientais. As frutas exóticas e tropicais, como a manga, a jaca, o côco, entre outras, são acessíveis nos países de origem, mas caras fora deles, com custos de transporte e comercialização muito elevados. Mesmo que o abacaxi, a manga, o abacate, a papaia, … estejam em promoção, já compararam os seu custo com as frutas da época?

Passa-se o mesmo com outros alimentos para a além da fruta: vegetais, oleginosas, cereais, leguminosas, etc. que não são próprias do nosso clima ou não são “da época” ficam sempre mais caros. O facto de os encontrarmos disponíveis não significa que estejam na época, e muitos de nós até já nos esquecemos de quando é a altura natural de termos certos alimentos. Por exemplo, eu vivi até aos 30 anos a ter acesso a courgette e feijão verde apenas no Verão. É muito difícil explicar a pessoas mais novas que no inverno a produção destes alimentos faz-se com recurso a importação e estufas e até a mão de obra quase escrava (são mais caros, claro, e a muitos níveis).

Como podemos fazer uma refeição dentro dos princípios da macrobiótica, que nos indica que devemos comer produtos de origem biológica, aos quais associamos imediatamente um custo maior?

  1. Comprar em maior quantidade e/ou avulso: Mesmo que não consiga encontrar alimentos vendidos avulso com facilidade, a maioria dos supermercados biológicos aceita encomendas de pacotes de 5kg (ou mais) de cereais, leguminosas, oleaginosas, etc., e de outros alimentos de uso quase diário para quem segue um regime macrobiótico. O preço por kilo é inferior e evita pacotes pequenos de plástico. Caso tenha uma família grande é fácil gastar os 5kg, mas se não tiver, sugiro que se junte com mais 4 ou 5 amigos e dividam um pacote.
  2. Comprar alimentos de origem local: Todos os alimentos de uso regular devem ser de origem local ou o mais próximo possível do sítio em que vive. Faz sentido adquirir cereais e leguminosas oriundos da Europa e evitar os que vêm de outros Continentes. E faz ainda mais sentido que todos os alimentos com um elevado teor de água, vegetais e frutas, sejam mesmo de um perímetro que não ultrapasse um raio de 50 km do local de onde vive. Este tipo de alimentos conseguem encontrar-se nos produtores locais. Pode encontrá-los com facilidade nos Mercados/Praças nos vendedores que têm bancas mais pequenas e vendem aquilo que produzem. Pode ir sempre comprar a Mercadinhos Biológicos que começaram a surgir em muitas cidades. Estes alimentos, vindos de cadeias curtas de abastecimento têm muitas vantagens:ara além de representarem um custo inferior para nós, contribuem para a economia da família/pessoa que produz os alimentos, evitam custos de embalagem e de transporte, são os melhores para a sua saúde, ajudam a promover a agricultura biológica nos pequenos produtores.
  3. Comprar alimentos da época: ao comprar alimentos da época está de certeza a comprar na altura em que há mais abundância dos mesmos. Maior abundância significa que o preço desce, porque o produtor tem que escoar o produto porque ele próprio o tem em quantidade. Na altura em que há mais raízes, coma mais raízes, quando houverem mais couves, coma mais couves, quando houver mais castanhas coma castanhas, quando houver favas, coma favas… O seu corpo vai estar em maior equilíbrio e de certeza que gastará menos dinheiro com a alimentação.
  4. Evitar a compra de alimentos pré-preparados: neste momento creio que não existe nenhum alimento que não possa comprar pré-preparado. Vejo à venda hummus, gomásio, sal aromatizado, granola, barras energéticas, sandwiches, sopa… É claro que para uma situação de pressa estes alimentos pré-preparados podem ser a solução, mas se os usarmos todos os dias ao final do mês vão pesar-nos na carteira e na saúde. Para se conservarem e serem preparados industrialmente estes alimentos têm que levar conservantes, ser embalados em plástico e percorrerem km até chegarem a nossa casa. Tudo isto tem um custo, tudo isto os torna menos saudáveis.

Uma refeição macrobiótica deve ser composta por: cereais, vegetais variados, leguminosas ou derivados destas, pickles, condimentos e algas. Estes dois últimos ingredientes não são essenciais. Nenhum destes alimentos, mesmo que seja de origem biológica, se for da época, comprado a um produtor local, adquirido em grande quantidade e cozinhado de raiz, vai tornar a sua refeição mais cara. A minha experiência é de que este tipo de alimentação reduz o custo da refeição e melhora a saúde. Experimente!

Alimentação Macrobiótica e CrossFit, será que combinam?

Este artigo surge para dar resposta a questões que se têm levantado em alguns grupos de pessoas que seguem uma dieta macrobiótica, e a quem parece que o treino de mais intensidade é difícil de conciliar com ganhos musculares, de resistência, etc.

Este artigo tem muita informação. É para ser lido com atenção do princípio ao fim, por quem pratica desporto e quer fazer uma alimentação macrobiótica (e vegan). Não implica que não se seja acompanhado por um especialista, caso existam dúvidas, porque estamos a falar de questões sérias: desporto e alimentação.

Treino com regularidade, muitas vezes 5 vezes por semana, treino intensivo, aulas de Cross Training ou treinos sozinha, com uma grande componente de esforço físico. A minha alimentação é macrobiotica e vegan.

Actualmente muitos de nós têm trabalho “à secretária” e é difícil manter actividade como a dos nossos antepassados, que andavam, carregavam pesos, cavavam terra,… e estavam em actividade o dia inteiro. Encontrei no CrossFit o desporto que me permite fazer algum treino comparável ao que os meus antepassados tinham (atenção eu não treino para entrar nas competições, mas amo o espírito dos treinos, o desafio, a capacidade de me levar além daquilo que eu pensava que conseguia, a importância dada à flexibilidade e mobilidade, os treinos de força e o esforço cardiovascular exigido, etc.).

As pessoas mais saudáveis do planeta têm uma vida activa e alimentam-se conforme o que descrevo abaixo, pelo que deve existir alguma relação entre comer cereais, leguminosas e vegetais e ter força, vitalidade, flexibilidade, …

E agora vamos à informação que sei sobre este tema, daquilo que li, daquilo que experimento.

Proteína

O que é?

Macro-nutriente essencial, tal como os Hidratos de Carbono e as Gorduras.

Origem da palavra proteína: vem da palavra grega próteios que significa primário, exatamente porque é um nutriente fundamental, primordial.

Temos que ingerir proteína diariamente. Os outros macronutrientes podem ser temporariamente sintetizados a partir dos nosso próprios tecidos principalmente usando a gordura e/ou glicogénio armazenado nos músculos e no fígado (neste último em pequena quantidade). Isso não acontece com a proteína e, por esse motivo, existe uma  certa obssessão em relação a ela. Embora essa preocupação tenha razão de existir é exacerbada por falta de informação.

A proteína é macromolécula constituída pela associação de aminoácidos (ácidos aminados). Dos aminoácidos que compõem a proteína, existem 9 que são essenciais[1], porque são os que o nosso corpo não consegue sintetizar. Todos os outros são obtidos por processos bioquímicos, dentro no nosso corpo a partir dos aminoácidos essenciais, permitindo a homeostase do corpo.

Em vez de falarmos da proteína como essa “macromolecula”, podemos sempre referirmo-nos aos aminoácidos, sobretudo os essenciais, como necessários ao funcionamento do nosso corpo.

Fatos:

  • Só há 30 aminoácidos e nos mamíferos apenas 21.
  • Dizer que são essenciais significa que temos que os ingerir, não os sintetizamos.
  • Os que não são essenciais o nosso corpo é capaz de produzir a partir dos essenciais.
  • Todas as pessoas, atletas ou não, têm que ter cuidado em ingerir os aminoácidos essenciais para poder viver.

Quais são os critérios na escolha da proteína

Vamos por pontos:

  1. A quantidade de aminoácidos tem o alimento.
  2. A digestibilidade do alimento como fonte de proteína (bio-disponibilidade dos nutrientes)
  3. A rapidez de absorção das proteínas contidas naquele alimento (para desportistas isto é fundamental…).

1- A quantidade de aminoácidos tem o alimento: Muitas vezes as pessoas “atacam” o veganismo na questão da proteína, comparando coisas que não são comparáveis, i.e. alimentos que em si já contêm todos os aminoácidos com alimentos de origem vegetal, que precisam de ser combinados, mas que quando são combinados também contêm todos os aminoácidos essenciais. Com isto quero dizer que conseguimos a totalidade dos aminoácidos consumindo apenas alimentos de origem vegetal e basta para isso associar cereais integrais em grão com leguminosas ou derivados desta. E isso não é nada difícil! O famoso arroz com feijão dos brasileiros é uma refeição que contém em si esta sabedoria ancestral.

2 – A digestibilidade do alimento: A proteína tem um efeito térmico muito grande no nosso corpo e sua digestão requer muita energia. Logo, se consumirmos muita proteína, mais energia despendemos na sua digestão. Cerca de 30% da proteína perde-se na sua metabolização.  Alguns alimentos altamente proteicos são difíceis de digerir e de absorver, e um dos problemas das fontes de proteína de origem vegetal é que estão associadas a fontes de fibra, e esta fibra pode reduzir a capacidade de absorção da proteína pelo nosso organismo. Não é que alguns alimentos não contenham proteína de qualidade, mas contêm também fibra e alguns anti-nutrientes (escrevo sobre isso a seguir).

Neste momento, em relação à digestibilidade, existe um indicador o protein digestibility-corrected amino acid score (PDCAAS) (classificação de aminoácidos corrigida pela digestibilidade protéica), que nos dá uma indicação se o alimento é uma boa fonte de aminoácidos possíveis de serem absorvidos. Estas tabelas estão disponíveis para orientação pessoal e profissional.

3 – A rapidez com que conseguimos aborver as proteínas: Este fator é muito importante para quem pratica desporto, porque queremos que os músculos regenerem e fortifiquem de forma mais rápida. Isto significa que devemos escolher alimentos com um perfil de aminoácidos mais elevado e de absorção mais rápida. Por isso em torno do treino devemos evitar alimentos com grandes quantidades de fibra.

Quando escolhemos os alimentos que ingerimos, temos que ter em consideração a nossa saúde. Muitas vezes só pensamos que precisamos de ingerir mais proteina. Esquecemo-nos do mais importante! Da saúde do nosso corpo em termos gerais, principalmente do sistema digestivo! Não basta ter os aminoácidos disponíveis, temos que ter capacidade de os absorver. Para termos um aporte suficiente de aminoácidos, temos que ter o nosso sistema digestivo saudável, nomeadamente os intestinos e a microbiota intestinal. Um corpo humano saudável transporta cerca de 390 trilhões de microrganismos nos seus intestinos, 1,3 vezes mais do que o número total de células humanas no corpo. É aqui que os alimentos de origem vegetal são muito superiores a qualquer fonte de proteína de origem animal. A proteína de origem animal fica demasiado tempo nos nossos intestinos (que não estão preparados para a ingerir em grandes quantidades), apodrece e forma placas nas paredes, impedindo que os nutrientes sejam absorvidos.

Todos os órgãos do sistema digestivo, e principalmente a microbiota intestinal beneficiam muito mais do consumo de vegetais do que de produtos de origem animal. Os vegetais contêm mais fibra (que funciona como pré-biótico), mais micro-nutrientes, vitaminas, minerais e mais água.

A absorção da proteína é mais importante do que a quantidade ingerida. Isto é, a capacidade interna de absorver os nutrientes é muito mais importante do que ingerir uma grande quantidade deles (que acabarão por seguir para fora do corpo, nas fezes, sem serem absorvidos).

A capacidade de absorver os aminoácidos essenciais é mais de
dentro para fora do que de fora para dentro. Posso ingerir grandes
quantidades, mas se não tiver capacidade de os absorver, de que me vale?

Para além dos aminoácidos…

Para além dos aminoácidos essenciais, que temos que ingerir obrigatoriamente, existem outros micronutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo e crescimento muscular. Aqui refiro 2 que creio que são mesmo importantes: a vitamina A e o Zinco.

Existem dois muito importantes:

A vitamina A é essencial para a visão, mas também possui um importante papel no funcionamento do sistema imunológico, na manutenção da saúde das mucosas, no crescimento e desenvolvimento, na defesa antioxidante e na reprodução.

O Zinco é responsável pelo crescimento dos tecidos, e se pensarmos bem, quando queremos aumentar músculo, o que estamos a querer é que haja crescimento/multiplicação de células. A maioria dos atletas não pensa nisto, pensa apenas no aporte diário de proteína.

Alimentos importantes na alimentação de um atleta

Ao consumirmos mais alimentos de origem vegetal estamos de certeza a ingerir mais minerais e vitaminas ao mesmo tempo que, se soubermos fazer as combinações certas, teremos o perfil de aminoácidos essenciais completo.

Ao contrário do que as dietas hiper-proteicas recomendam, a absorção dos nutrientes, incluindo dos aminoácidos essenciais, faz-se melhor quando na refeição existem hidratos de carbono complexos (a célula fica mais receptiva quando há a resposta de insulina). Ao contrário do que algumas dietas recomendam, não devemos eliminar por completo as gorduras, porque as células são envolvidas por uma membrana constituída por lípidos. Devemos escolher gorduras de boa qualidade (óleos vegetais prensados a frio, sementes, oleginosas) se queremos que as células se reproduzam e sejam saudáveis.

Para executar as suas funções, a membrana plasmática precisa de
lípidos, que formam uma barreira semipermeável entre a célula e seu ambiente. Ela também precisa de proteínas, que estão
envolvidas no transporte através da membrana e na comunicação
celular, e carboidratos (açúcares e cadeias de açúcar), que enfeitam as proteínas e os lípidos e ajudam as células a reconhecerem umas às outras.

Muito importante: alimentos não são só nutrientes. Têm características energéticas. Em que altura do ano aparecem, se em climas mais quentes ou mais frescos, se cresce mais rente ao chão ou nas árvores, se cresce para baixo ou se cresce para cima, se é mais seco ou tem maior teor de água, se se conserva muito tempo ou se tem uma duração limitada, se germina ou não, …. Estas questões são tão ou mais importantes do que as características nutricionais dos alimentos.

Por exemplo, os alimentos tropicais são mais expansivos e arrefecem o corpo. É a sua função no local onde nascem (hemisfério Sul). No entanto, eles são consumidos no inverno nos países da Europa (hemisfério Norte), que é quando está frio e precisamos de alimentos que aqueçam. Isto vai ter conseguências principalmente na nossa imunidade.

Ao escolhermos os alimentos temos que ter em atenção: o lugar onde vivemos (comer local e sazonal), a nossa constituição e condição, os nossos objetivos/sonhos/princípios/valores.

O que nunca pode faltar no prato de um atleta

As necessidades de cada pessoa dependem muito da sua idade, grau de atividade e objetivos. Por isso, quando falamos de proteína temos que ter em atenção esses fatores.

Para uma pessoa que realize uma actividade física que vá desde a média intensidade à grande intensidade, o recomendado é a ingestão de 1,2g a 2g de proteína por kg de peso, sem haver nenhum risco.

Exemplo: Como é que sei quanta proteína devo ingerir?  Por exemplo, imaginem uma pessoa com 55kg de peso que deve ingerir cerca de 1,2g de proteina por kg. Neste caso teria que ingerir 66g de proteína por dia. Agora imaginem as três refeições apresentadas na tabela 1. Só com estas três refeições já estaria a ingerir mais do que 68g de proteína.

Tabela 1 – Exemplo de refeições e proteína associada.

Refeição Alimento (g) Proteína (g)
Peq.Almoço Aveia (30) 4,2
  Manteiga de amendoim (20) 4,5
  Maça (1) 0,2
Almoço Arroz (150) 3,9
  Tempeh (130) 24,7
  Ervilhas (50) 2,71
  Abóbora (100) 1
  Sementes de cânhamo (20) 3
Jantar Grão de bico cozido (110) 9,75
  Batata doce assada (90g) 0,54
  Quinoa cozida(100g) 5,1
  Couve-flor (180g) 3,42
  Amêndoas (25g) 5,31
Total   68,33

Nesta refeição estão todos os aminoácidos essenciais, vitaminas, minerais. Foram escolhidas propositadamente refeições simples, sem considerar receitas, etc. Existem aplicações para fazer estes cálculos, basta introduzir o alimento e a quantidade em gramas para a aplicação dizer que quantidade de proteína temos no prato.

É essencial consumir

– Cereais integrais (trigo sarraceno, quinoa, arroz integral, aveia integral,…)

– Leguminosas (feijões, grão de bico, ervilhas, lentilhas e seus derivados: tempeh, tofu, miso,…)

– Oleaginosas (nozes, amêndoa, avelã, … e sementes (cânhamo, abóbora, girassol,…)

Algas (nori, hiziki, aramé, …)

Alimentos fermentados (chucrute, pickles naturais)

– Óleos de boa qualidade (azeite virgem, óleo de girassol, óleo de sésamo… prensados a frio)

Vegetais (abóbora, batata doce, cenoura, agrião, couves, …)

Micro-vegetais/germinados (de girassol[2], ervilha[3], brócolos[4]…)

Fruta da época

Nota: Formas de evitar os anti-nutrientes (fitatos, oxalatos, lectinas) presentes em alguns alimentos de origem vegetal, como as leguminosas e os cereais integrais: lavar, demolhar, germinar, cozinhar.

Suplementos

Os suplementos, tal como o nome indica, são produtos com nutrientes concentrados que se podem adicionar à dieta, caso a quantidade de nutrientes ingeridos às refeições não os forneça na dose necessária. São para toma esporádica, não são para toda a vida.

Num regime vegan, para atletas que pratiquem desporto com intensidade média-alta, pode ser necessário suplementar com:

– vitamina B12  (metilcobalamina), se houver uma reserva baixa da mesma (verifica-se em análises).

– Creatina ( [NH2-C(NH) – NCH2(COOH)-CH3] é um composto de aminoácidos.

– Omega 3 de origem vegetal (se não se consumirem algas, sementes de linhaça e de chia suficientes).

Não é necessário: Whey, glutamina (um instestino saudável é suficiente) colagéneo (não há nenhum estudo fiável que prove a sua eficácia quando ingerido isolado, pelo que é dinheiro deitado fora… para além de ser um “alimento” de uma origem horrível).


[1] Fenilalanina; Histidina; Isoleucina; Lisina; Leucina; Metionina; Treonina; Triptofano; Valina

[2] Rico em Triptofano que é um percursor da serotonia.

[3] Um dos alimentos mais ricos em vitamina C.

[4] Tem compostos (sulfarafanos) que ajudam a previnir doenças degenerativas, como o cancro.

Algumas inspirações:Frank Medrano (Vegan e Treino Calistenico) https://www.instagram.com/frank_medrano/?hl=pt

Nimai Delgado (Vegetariano desde o nascimento e vegan há 4 anos) https://www.instagram.com/nimai_delgado/?hl=pt

Patrik Baboumian (Vegan e o Homem mais forte do Mundo https://www.youtube.com/watch?v=6XmcyMxN8sI

Kendrick James Farris (Vegan e campeão olímpico, EUA, na modalidade de halterofilismo) https://www.livekindly.co/vegan-kendrick-farris-dairy-free-olympic-weightlifter/

Workshop de Pão de Levedação Natural, Sourdough Bread – 15 de Setembro

O pão da Mil Grãos é um pão de fermentação longa (de 12 a 36 horas) feito com fermento natural (sourdough, massa mãe, massa azeda, isco, crescente), farinha biológica, água e sal marinho integral. É um pão que sabe a pão ♥ (http://milgraos.pt/2018/08/22/pao-da-mil-graos/)

O que vamos aprender a fazer (e fazer) neste WS?
– A fazer pão com massa mãe (sourdgouh): receita base, amassar, levedar, tender e como o cozer num forno “caseiro”.
– A fazer e a manter saudável a massa mãe.
– Esclarecer dúvidas que possam existir sobre o pão de fermentação natural.

– Quando?
Dia 15 de Setembro de 2019 das 14h00 às 18h30

– O que é que está incluído:
Cada pessoa leva o pão que amassar.
Lanche no final com o pão que cozermos.
Nota: as farinhas utilizadas são de origem biológica certificada

– Custo: 35 grãos de trigo ♥
(crianças até 12 anos a acompanhar 10 grãos de trigo ♥)

Informações sobre WS e pagamento: 966460395 ou dezmilgraos@gmail.com

Em caso de desistência:
. Haverá lugar a reembolso quando a desistência for comunicada até ao 7º dia útil (inclusive) antes do WS.
. Se a desistência for comunicada entre o 6º e o 3º dia útil (inclusive) antes do WS, dará origem a um crédito para outro WS.
. Se a desistência for comunicada com 2 ou menos dias úteis de antecedência, não haverá lugar a qualquer reembolso ou crédito.



CONSULTAS DE ORIENTAÇÃO ALIMENTAR E DE ESTILO DE VIDA SEGUNDO OS PRINCÍPIOS DA MACROBIÓTICA

O objetivo de cada consulta é o de te ajudar a ser responsável pelo teu bem estar e saúde, devolvendo-te a possibilidade de, através da alimentação e estilo de vida, recuperares essa liberdade. A saúde não é fruto apenas do que comes, mas de um conjunto de factores, como o exercício físico, os relacionamentos, o trabalho, a espiritualidade, entre outros.

A primeira sessão individual tem a duração de cerca de 90 minutos e as seguintes 45 minutos, e nelas abordo contigo todos os aspectos relacionados com a tua saúde, estilo de vida, mudança de hábitos e criação de novos hábitos e rotinas.

Para isso é feita uma avaliação do estado em que te encontras (tendo por base os conhecimentos do diagnóstico oriental e a filosofia macrobiótica) e fico a conhecer os teus objetivos.

Elaboramos um programa, considerando a avaliação física feita e os teus objetivos pessoais, que te permita alcançar os objectivos que te fizeram vir, viver em liberdade e desenvolver todo o seu potencial.

Na macrobiótica as recomendações são sempre feitas de acordo com a tua condição, no sentido de recuperares de problemas de saúde, e a tua disponibilidade, no sentido de respeitar o teu ritmo. Cada pessoa é orientada individualmente tendo em consideração as suas características e necessidades específicas. Porque não há dietas, atividades ou rotinas que resultem para todos.

Eu estarei para acompanhar, suportar e motivar!

1ª CONSULTA

Oferta de um pequeno livro com as bases das escolhas alimentares na macrobiótica, receitas e remédios caseiros, e uma ficha com recomendações gerais e especifícas. Elaboração de um programa em conjunto, com orientações para as semanas seguintes, que se adequem aos teus objetivos e possibilidades. Preço: 50 Euros.

CONSULTAS DE SEGUIMENTO

Consultas de re-avaliação e orientação. Avaliação dos aspetos de saúde que se querem recuperar, dos objetivos iniciais do programa, e ajuste do mesmo. Estas consultas servem como um suporte à mudança. Preço: 35 Euros.

1ª CONSULTA + WORKSHOP DE INTRODUÇÃO À CULINÁRIA MACROBIOTICA

Porque na macrobiótica se segue uma dieta específíca, baseada em cereais integrais, vegetais e leguminosas ou derivados das mesmas, e sem a utilização de açúcar ou adoçantes refinados, nem sempre é fácil iniciar a mudança. No entanto a forma como confeccionamos estes alimentos torna-os deliciosos! Preço: 75 Euros.

PERGUNTAS PARA REFLETIRES

  • Sentes-se cansado e sem energia?
  • Tens um problema de saúde que pode estar relacionada com os teus hábitos alimentares e de estilo de vida?
  • Gostavas mudar a tua alimentação e não sabes por onde começar?
  • Estás farto de iniciar dietas que não resultam?
  • Sentes que chegou o momento de iniciar uma mudança na tua vida?
  • Gostavas de aprender a cozinhar com ingredientes mais saudáveis e de forma consciente?
  • Inicias rotinas saudáveis e depois não és capaz de as manter?
  • Gostavas de ter uma relação melhor com o teu corpo?

O nosso corpo se esforça-se diariamente para nos manter saudáveis e nós podemos ajudá-lo, ou não, nesse trabalho. Os desequilíbrios são, quase sempre, a oportunidade de nos tornarmos uma melhor versão de nós mesmos.

Se respondeste que sim a alguma das questões anteriores, estou aqui para te ajudar.

Numa consulta de Orientação Alimentar e de Estilo de Vida, a abordagem é holística, assim como é a Filosofia Macrobiótica. Para que possas ter uma Vida Plena.

Com Amor

Dulce

QUEM SOU

  • Curso de 3 anos Macrobiótica, Saúde e Auto-Transformação pelo Instituto Macrobiótico de Portugal (IMP). Aluna de Francisco Varatojo, Bill Tara, Lourença Azevedo, Rik Vermuyten, Geninha Varatojo, Marco Fonseca, Paula Azevedo, Natália Rodrigues, Simon Brown entre outros.
  • Curso de Especialização em Aconselhamento e Comunicação (Macrobotic Health Coach), pelo IMP.
  • MBSR-Mindfulness Based Stress Reduction Teacher in Training pela Universidade da California San Diego, com Dr. Steven Hickman e Dra. Susan Woods;
  • Certificação como facilitadora do Programa Still Quite Place (Mindfulness para crianças, adolescentes e jovens), com Dra. Amy Saltzman
  • Orientador de grupos de prática regular de meditação mindfulness (IPS);
  • Prática regular de meditação Mindfulness;
  • Prática Regular de meditação Heartfulness (Kamlesh D. Patel, Daaji)
  • Participação no Programa DeepU (Vasco Gaspar);
  • Retiros (Exercícios Espirituais) com vários sacerdotes Jesuítas;
  • Formação em PBL (Project Based Learning), ABL (Active Based Learning) e PBR (Practice Based Research);
  • Professora na Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (ESTSetubal/IPS) desde 1998;
  • Licenciatura, Mestrado e Doutoramento em Eng. Eletrotécnica pela Universidade de Coimbra.

Quanto custa um Workshop?

Gostava de partilhar convosco algumas dúvidas que me assaltam quando tenho que cobrar dinheiro por um Workshop (WS). E fiquei a pensar nisso depois de alguém me ter dito que gastou 50 Euros para poder ir caçar e acabou por nem sequer ir por causa de problemas que teve com o cão.

Não leiam esta publicação com a sensação de que me estou a queixar. Não! Pelo contrário, estou cheia de gratidão a rever algumas das coisas a que a realização de um WS obriga, muitas outras não se conseguem (d)escrever.

O que faço tem o selo do Amor e sentido de Missão, e quando se faz com Amor o “custo” fica muito diluído. “O trabalho é Amor tornado visível” (K. Gibran)

Para facilitar um WS necessito de:

  • ter formação na área em que vou ensinar (ver nota final);
  • praticar aquilo que ensino (na macrobiótica, no mindfulness e no pão isso é imprescindível);
  • ter um espaço onde estejam reunidas condições para realizar o WS;
  • elaborar os guias para os participantes levarem consigo;
  • divulgar o WS, preparar texto e imagens;
  • responder a emails e telefonemas (que é uma coisa que faço com imenso prazer);
  • registar as inscrições e verificar pagamentos;
  • preparar-me para o WS, relendo e estudando outra vez o tema;
  • no caso dos WS de macrobiótica:
    • elaborar um menu com as receitas e testar todas as receitas (mesmo que já as tenha feito centenas de vezes);
    • calcular as quantidades para o número de pessoas que estarão presentes;
    • fazer uma lista de compras e de utensílios que terei que ter disponíveis;
    • ir às compras às vezes a vários locais, porque nem sempre encontro o que quero de origem biológica num só local;
    • pré-preparar alguns alimentos e ter essa logística toda pensada (o que tem que estar demolhado, o que pode/deve já estar cozido, etc.).
    • fornecer uma refeição completa: sopa, prato com vários acompanhamentos; sobremesa, chás, … tudo de origem biológica.
    • ter pessoas a dar-me assistência;
  • no dia do WS preparar o local, deixar tudo limpo e acolhedor;
  • depois do WS limpar tudo e re-organizar o espaço.

Quando forem a um WS, meu ou de alguém que tenha formação para o facilitar, pensem um pouco sobre se o valor que estão a pagar. Será que ele cobre realmente todos os custos associados?

Nota: Cada uma das minhas formações, as de macrobiótica e as de mindfulness custaram mais de 5000 Euros (portanto, tenho investidos muito mais de 10 000 Euros em formações nestas áreas). Custaram centenas de horas, a maioria aos fins de semana ou durante as minhas férias. Custaram muitas horas de ausência junto da minha família. Obrigaram a muitas opções diferentes daquelas que faria se não tivesse assumido esses compromissos.

Workshop de Introdução à Culinária Macrobiótica

A Macrobiótica segue orientações específicas de escolha dos alimentos e forma de os confeccionar.
Existem particularidades que a distinguem de outro tipo de regime alimentar e este Workshop vem ao encontro de todos aqueles que desejam começar a comer de forma não só mais saudável, mas acima de tudo, segundo aquilo que mais se adequa ao ser humano e ao planeta a que pertence.
A culinária macrobiótica é a preparação de alimentos segundo o princípio a que chamamos Ordem do Universo.
Considera a qualidade e as proporções, o clima e a constituição/condição daqueles que farão uso dos alimentos confeccionados.
Por isso, proporciona a oportunidade de auto-realização, compreensão e harmonia com as leis da natureza.

O que iremos fazer?
– confeccionar uma refeição completa
– falar sobre os princípios que estão por trás das escolhas feitas
– procurar fazer uma refeição com o mínimo de desperdício
– aprender sobre aquilo que deve sempre estar presente numa refeição macrobiótica
– cozinhar com amor e alegria, com o princípio que o trabalho é Amor tornado Visível

Quando: dia 21 de Julho, domingo, das 10h30 às 14h30

Com quanto devo contribuir: com 25 Euros

O que vou receber: um guia completo, não só com as receitas, mas com informação sobre macrobiótica. A refeição que estivermos a confeccionar vai ser o nosso almoço.

A macrobiótica é muito mais do que uma dieta, é uma postura própria e ecológica para com o meio envolvente. É tomar emprestado da Natureza com agradecimento, e não com o sentimento de posse.

Mais informações: dezmilgraos@gmail.com
966460395

Workshop de Pão de Levedação Natural, Sourdough Bread – 11 de Agosto

O pão da Mil Grãos é um pão de fermentação longa (de 12 a 36 horas) feito com fermento natural (sourdough, massa mãe, massa azeda, isco, crescente), farinha biológica, água e sal marinho integral. É um pão que sabe a pão ♥ (http://milgraos.pt/2018/08/22/pao-da-mil-graos/)

O que vamos aprender a fazer (e fazer) neste WS?
– A fazer pão com massa mãe (sourdgouh): receita base, amassar, levedar, tender e como o cozer num forno “caseiro”.
– A fazer e a manter saudável a massa mãe.
– Esclarecer dúvidas que possam existir sobre o pão de fermentação natural.

– Quando?
Dia 11 de Agosto de 2019 das 14h00 às 18h30

– O que é que está incluído:
Cada pessoa leva o pão que amassar.
Lanche no final com o pão que cozermos.
Nota: as farinhas utilizadas são de origem biológica certificada

– Custo: 35 grãos de trigo ♥
(crianças até 12 anos a acompanhar 10 grãos de trigo ♥)

Informações sobre WS e pagamento: 966460395 ou dezmilgraos@gmail.com

Em caso de desistência:
. Haverá lugar a reembolso quando a desistência for comunicada até ao 7º dia útil (inclusive) antes do WS.
. Se a desistência for comunicada entre o 6º e o 3º dia útil (inclusive) antes do WS, dará origem a um crédito para outro WS.
. Se a desistência for comunicada com 2 ou menos dias úteis de antecedência, não haverá lugar a qualquer reembolso ou crédito.

Gelatina de limão com Nectarinas

Publiquei esta receita no Instagram da Mil Grãos e pediram-me a receita https://www.instagram.com/dezmilgraosbio/

Creio que vão ficar admirados com a simplicidade da mesma, e ainda mais com o sabor magnífico e capacidade de refrescar que esta gelatina tem. Gosto de variar a fruta que lhe coloco com a fruta que aparece na época do ano em que estou. E aqui, na zona sul de Portugal, já há pêssegos e nectarinas.

Vamos então à receita.

Ingredientes:

  • Sumo de maça (usei biológico): 1 l
  • Agar-agar em pó: 1 colher de sopa
  • Amido de milho ou farinha de araruta: 3 colheres de sopa
  • Geleia de arroz (podem usar outro adoçante natural, mas a geleia é mais suave): 5-6 colheres de sopa
  • Limão: raspa de 1
  • Sal: pitada
  • Bolachas (sem açúcar nem óleo de palma – usei da Finestra Sul Cielo): qb
  • Nectarinas: 5 (maduras e doces)

Preparação:

  • Arranje as nectarinas, lavando-as e cortando-as em meias luas finas.
  • Deite o sumo num tacho e junte a pitada de sal, o agar -agar em pó e o amido de milho (ou farinha de araruta).
  • Mexa bem e leve ao lume, mexendo com frequência.
  • Entretanto forre um pirex com uma camada de bolachas.
  • Quando começar a ferver vai ver que se forma uma ligeira espuma à superfície. Deixe cozer mais 1 minuto em lume brando.
  • Junte a geleia e deixe voltar a levantar fervura.
  • Desligue e junte a raspa de limão, envolvendo bem.
  • Deite agora, com o auxílio de uma concha ou colher de sopa, parte do preparado feito com o sumo com muito cuidado em cima das bolachas dispostas no pirex. Logo que as bolachas estejam cobertas aguarde um pouco para o líquido começar a solidificar (2-3 minutos) e depois junte o restante “sumo” com cuidado.
  • Em cima do sumo coloque as nectarinas reservadas.
  • Aguarde 2h ou mais até arrefecer completamente. Coloque no frigorífico pelo menos mais 2h.

Nota: a refeição foi toda publicada no Instagram e página de FB. Para a semana partilho a receita do caril doce de grão 🙂

Workshop de Pão de Levedação Natural, Sourdough Bread – 30 de Junho

O pão da Mil Grãos é um pão de fermentação longa (de 12 a 36 horas) feito com fermento natural (sourdough, massa mãe, massa azeda, isco, crescente), farinha biológica, água e sal marinho integral. É um pão que sabe a pão ♥ (http://milgraos.pt/2018/08/22/pao-da-mil-graos/)

O que vamos aprender a fazer (e fazer) neste WS?
– A fazer pão com massa mãe (sourdgouh): receita base, amassar, levedar, tender e como o cozer num forno “caseiro”.
– A fazer e a manter saudável a massa mãe.
– Esclarecer dúvidas que possam existir sobre o pão de fermentação natural.

– Quando?
Dia 30 de Junho de 2019 das 14h00 às 18h30

– O que é que está incluído:
Cada pessoa leva o pão que amassar.
Lanche no final com o pão que cozermos.
Nota: as farinhas utilizadas são de origem biológica certificada

– Custo: 35 grãos de trigo ♥
(crianças até 12 anos a acompanhar 10 grãos de trigo ♥)

Informações sobre WS e pagamento: 966460395 ou dezmilgraos@gmail.com

Em caso de desistência:
. Haverá lugar a reembolso quando a desistência for comunicada até ao 7º dia útil (inclusive) antes do WS.
. Se a desistência for comunicada entre o 6º e o 3º dia útil (inclusive) antes do WS, dará origem a um crédito para outro WS.
. Se a desistência for comunicada com 2 ou menos dias úteis de antecedência, não haverá lugar a qualquer reembolso ou crédito.

Barritas Energéticas

Estas barritas de aveia são uma constante cá em casa. Faço-as tantas vezes que já nem consulto a receita, e às vezes em vez de amêndoas ponho amendoim ou avelãs, em vez de flocos de aveia grossos coloco flocos de espelta, em vez de alperces coloco figos… É adaptável a gostos pessoais, desde que as proporções sejam as mesmas.

Os ingredientes são bastante energéticos, pelo que estas barritas são para ser consumidas com moderação. A menos que se esteja em fases de crescimento acelerado (crianças, adolescentes) ou se tenha um gasto calórico acentuado (atletas, pessoas com um trabalho físico intenso,…) é que se pode comer o tabuleiro todo:) No entanto, esta opção é muito mais saudável do que qualquer bolacha produzida pela indústria alimentar, e trazer uma caixinha hermética com duas ou três na minha mala já me permitiu aguentar várias horas de espera quando não tenho possibilidade de sair para comer.

Aqui vai a receita:

Ingredientes

  • Flocos de aveia (ou outro cereal) grossos: 100g
  • Flocos de aveia (ou outro cereal) finos: 60g
  • Amêndoas laminadas: 100g
  • Alperces desidratados: 100g
  • Geleia de arroz: 100g
  • Farinha de espelta ou trigo: 2 colheres de sopa
  • Óleo de grainha de uva ou côco ou girassol: 40g
  • Côco ralado: 25g
  • Limão: raspa de meio
  • 1 colher de chá canela (ou a gosto)
  • 1 pitada de sal
  • bebida vegetal ou água: 2 colheres de sopa

Preparação:

  • Pré-aqueça o forno a 180º.
  • Parta as amêndoas e os alperces em pedaços pequenos.
  • Junte as amêndoas e os alperces a todos os ingredientes secos, envolvendo bem com a farinha.
  • Acrescente o óleo, a geleia e mexa até a massa se tornar homogénea.
  • Se a mistura não estiver homogénea, acrescente as duas colheres de sopa de bebida vegetal ou de água.
  • Forre um tabuleiro com papel vegetal e espalhe a massa com a ajuda das mãos humedecidas em água, ou a parte de trás de uma colher de sopa, também humedecida.
  • Leve ao forno, baixe a temperatura para 170º, até dourar.
  • Retire do forno e parta em barras ainda mornas.
  • Os pedacinhos que se soltarem guarde num frasco e use como granola misturados num iogurte vegetal.
  • Deixe arrefecer e guarde numa caixa hermética, para permanecerem estaladiças